É uma dificuldade daqueeeeelas...
1- Para aqueles dias de uma aula só: se você mora longe, covenhamos... não vale a pena você gastar 4 horas do teu lindo dia dentro de um ônibus pra assistir 1h30m de aula, isso se o teu professor comparecer. E pra quem é propenso a ficar com preguiça, então... só de pensar no caminho da desânimo e você começa a achar que assistir 'De volta à Lagoa Azul' pela 35ª vez é muito mais relevante.Então... filminho, caminha, cobertor... quem é aula?
2- Você chega na faculdade... todos aqueles seus amigos na entrada, joganndo cartas, ou conversando, ou fazendo qualquer coisa que não te dá vontade de entrar na sala de aula.
3- CARA, TÁ PASSANDO KARATÊ KID NA SESSÃO DA TARDE!! (faltar pra ver o Ralph Macchio surrar aquele babaca do Johnny com o tradicional golpe do pássaro não tem preço, nunca terá)
4- Você não foi pra aula, pra ficar estudando pra outra aula que você faltou, daí vai faltar a próxima pra estudar a aula que faltou hoje, e assim sucessivamente...
5- Dor aqui, dor ali... pronto, você está com uma doença contagiosa e não vai à aula pra não contaminar alguém com esse maléfico vírus.
6- Você já faltou tanto que quando você aparecer, o babaca do professor vai ficar cheio das ironiazinhas. Então... pra não se estressar, melhor ficar no conforto do seu lar.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Por que ser fiel é tão difícil quanto colocar a língua na ponta do nariz?
Não que seja impossível, só é muito difícil pra muita gente.
-
Imagina que você gosta muito de strogonoff, daí sua mãe (ou o bandejão da faculdade, no meu caso) resolvesse te servir strogonoff pra sempre no almoço (e em casos extremos, na janta também).
Nos 3 primeiros dias é capaz de você ficar felizão com a ideia de comer seu prato predileto todos os dias. Passou uma semana, você já começa a pensar que poderia comer outras coisas entre um strogonoff e outro, pra dar uma variada, pra lembrar a época que você podia comer de tudo.
2 semanas, você começa a olhar pro prato do amigo ao lado e achar a refeição dele apetitosa, até mais do que a sua e você começa a pensar na ideia de comer uma coisa diferente entre um strogonoff e outro.
1 mês, você começa a pensar se este é realmente seu prato preferido. E nem tem mais prazer em comer essa parada, salvo alguns dias especiais de tempero diferente. Se pudesse colocar um outro acompanhamentozinho até que cairia bem...
Mais um tempinho, você já começa a chutar o balde e faltar pro almoço alguns dias da semana, pra almoçar na rua... vai naquele self service cheio das variedades, ou aceita almoçar na casa de algum amigo ou amiga. Você ainda não desistiu de vez do strogonoff, porque afinal era a comida da sua vida a um tempo atrás, não é possível que você já não goste mais, ela te fazia tão feliz antigamente... - Você chegava em casa e olhava aquele prato de strogonoff na mesa te esperando, e mergulhava com tudo.
Bota só um pouco mais de tempo nisso e você só aparece pra comer o strogonoff uma vez na semana... só pra marcar uma presença e não chatear a cozinheira. Na casa dos outros você come coisa diferente todo dia, é bem mais satisfatório.
Não vou me prolongar e pularei pro ultimo e definitivo estágio: Se você alcançar a incrível marca de um ano na dieta do strogonoff, você já não encostará mais uma colher desse prato sem gosto (alguns casos ele toma gosto, sim... amargo) e nojento. Talvez você tenha adquirido um nojo tão grande que só de ouvir a maledeta palavra você terá ânsias de vômito.
-
Agora você troca o strogonoff por uma pessoa. E finja que uma semana equivale a um mês, e um mês a um ano. Pronto.
Claro, já ouvimos relatos de pessoas que levaram menos tempo pra ciscar no prato ao lado, e outras que se contentam com a comida pra sempre....
-
Imagina que você gosta muito de strogonoff, daí sua mãe (ou o bandejão da faculdade, no meu caso) resolvesse te servir strogonoff pra sempre no almoço (e em casos extremos, na janta também).
Nos 3 primeiros dias é capaz de você ficar felizão com a ideia de comer seu prato predileto todos os dias. Passou uma semana, você já começa a pensar que poderia comer outras coisas entre um strogonoff e outro, pra dar uma variada, pra lembrar a época que você podia comer de tudo.
2 semanas, você começa a olhar pro prato do amigo ao lado e achar a refeição dele apetitosa, até mais do que a sua e você começa a pensar na ideia de comer uma coisa diferente entre um strogonoff e outro.
1 mês, você começa a pensar se este é realmente seu prato preferido. E nem tem mais prazer em comer essa parada, salvo alguns dias especiais de tempero diferente. Se pudesse colocar um outro acompanhamentozinho até que cairia bem...
Mais um tempinho, você já começa a chutar o balde e faltar pro almoço alguns dias da semana, pra almoçar na rua... vai naquele self service cheio das variedades, ou aceita almoçar na casa de algum amigo ou amiga. Você ainda não desistiu de vez do strogonoff, porque afinal era a comida da sua vida a um tempo atrás, não é possível que você já não goste mais, ela te fazia tão feliz antigamente... - Você chegava em casa e olhava aquele prato de strogonoff na mesa te esperando, e mergulhava com tudo.
Bota só um pouco mais de tempo nisso e você só aparece pra comer o strogonoff uma vez na semana... só pra marcar uma presença e não chatear a cozinheira. Na casa dos outros você come coisa diferente todo dia, é bem mais satisfatório.
Não vou me prolongar e pularei pro ultimo e definitivo estágio: Se você alcançar a incrível marca de um ano na dieta do strogonoff, você já não encostará mais uma colher desse prato sem gosto (alguns casos ele toma gosto, sim... amargo) e nojento. Talvez você tenha adquirido um nojo tão grande que só de ouvir a maledeta palavra você terá ânsias de vômito.
-
Agora você troca o strogonoff por uma pessoa. E finja que uma semana equivale a um mês, e um mês a um ano. Pronto.
Claro, já ouvimos relatos de pessoas que levaram menos tempo pra ciscar no prato ao lado, e outras que se contentam com a comida pra sempre....
Assinar:
Postagens (Atom)
